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 Meditando ao comer

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Mensagem Ter 4 Fev 2014 - 23:05

Meditando ao comer
Neste post eu gostaria de deixar um espaço para diálogo acerca de práticas meditativas durante as refeições, espaço este precedido por alguns conselhos abaixo que já li e por alguns que coloco em prática. Espero que algumas colocações sejam úteis, mas compartilhem suas dicas e também suas experiências!  Feliz 
Aqui vamos nós com alguns conselhos, passo a passo:
1- Tente começar com uma postura saudável como em uma meditação sentada - sem rigidez e tensão, mas também sem preguiça e desânimo. Mantenha a coluna ereta e, se possível, busque manter a cabeça também como na meditação - queixo levemente agachado.
2- Contemple o seu prato e inspire a si mesmo com os ensinamentos do Dhamma - sim, lembre-se dos ensinamentos do Buddha antes de comer, isso pode trazer bons sentimentos, inclusive aquele êxtase meditativo. Existem várias contemplações que você pode fazer, que devem ser permeadas por sentimentos como: gratidão, carinho, atenção, valorização, Samvega (geralmente traduzido como "Senso de Urgência" - o sentimento que se recorda da inevitabilidade e imprevisibilidade da morte e que, portanto, estimula a praticar aqui e agora urgentemente), Contentamento, Virtude, contenção dos sentidos e Paciência (Khanti - um parami que geralmente é explicado pelo Buddha como a habilidade de tolerar coisas desagradáveis).
No que concerne a valorização, gratidão e Samvega, podemos destacar a reflexão proposta por Buddha a sua comunidade monástica:
[Buddha]: “Refletindo de maneira sábia, ele não usa os alimentos esmolados nem para diversão nem para embriaguez, tampouco com o objetivo de embelezamento e para ser mais atraente, somente com o propósito de manter a resistência e continuidade desse corpo, como forma de dar um fim ao desconforto e para auxiliar a vida santa, considerando: ‘Dessa forma darei um fim às antigas sensações (de fome) sem despertar novas sensações (de comida em excesso) e serei saudável e sem culpa e viverei em comodidade.’” - retirado de Sabbasava Sutta - acessoaoinsight
Naturalmente que o contexto de vida de um monge é diferente da de um leigo (budista não-leigo), mas ainda assim essa reflexão pode ser de muito valor. Pode-se pensar, antes de comer: "Não usarei este alimento para embriaguez ou entretenimento, mas apenas para a manutenção do meu corpo.". Podem haver algumas influências, como a profissão e afins, mas sempre lembre-se do envelhecimento e morte e que, portanto, manter a beleza ou atração do corpo é apenas algo temporário e um uso convencional que você está fazendo nesse mundo social para poder trabalhar, se sustentar e praticar o Dhamma.
É importante também a consideração colocada por Buddha - comer para acabar com as antigas sensações de fome sem despertar novas sensações relacionadas ao desconforto de comer demais. Assim sendo, é preciso que cada um teste o próprio corpo com honestidade e sensatez, para localizar com o máximo de perfeição o Caminho do Meio do próprio corpo. Para isso é necessário cultivar a Paciência - suportando o desejo de comer demais - e a contenção dos sentidos, que o Buddha define como "estar de olho" nas portas dos sentidos, em especial a língua, neste caso, para que o Contato da mente com a realidade não dê origem à Cobiça, Aversão ou Delusão. Caso isso aconteça, o praticante deve redirecionar a mente para o lugar correto, podendo fazer uso de uma Reflexão ou apenas das faculdades de Vitakka (Aplicação) e Vicara (Sustentação), aplicando a mente com Atenção Plena num sentimento de Samvega, gratidão, Contentamento ou o que for mais conveniente para o momento.
Vale ressaltar o poder da Reflexão - aliás, o Buddha apontou dois poderes essenciais para a prática: o poder da Meditação e o poder da Reflexão. A Reflexão é importante porque ela é um momento em que a Atenção Plena está sendo não só bem aplicada, mas também bem sustentada, porque há, intencionalmente, um tempo reservado para se pensar e explicar à mente como ela deve agir em determinada situação. É como "anotar" algo na memória que a faculdade de Sati (Atenção Plena - a faculdade de lembrar onde aplicar a mente) começa a se lembrar com mais rapidez e frequência, à medida que tais anotações são repetidas e associadas pela Percepção. Dessa maneira, refletir é um poderoso meio de se recondicionar, e no momento da alimentação ela realmente pode ser muito eficaz.
Portanto, é aconselhável usar os pensamentos antes de comer, podendo ser uma reflexão como a apresentada acima. Pense também no valor daquela comida e do seu propósito - qual a finalidade última de comer? Sustentar o corpo. Reflita: "Muitas pessoas vêm a falecer porque não possuem a oportunidade de sustentarem seus corpos como eu, aqui neste momento. Como usarei esta comida? Como usarei este corpo? Com esta comida eu estou garantindo minha estadia nessa vida por mais tempo - o que estou fazendo dela? Estou usando este corpo, mantido por esses alimentos, para a prática de Virtude? Este alimento está sendo usado para manter alguém que traz benefícios a muitos seres?" - essa é uma reflexão muito bonita e poderosa. Questione-se: que uso você está fazendo daquele alimento? Não se iluda com os prazeres sensuais - não tente buscar felicidade no ato de comer. Os sabores são fenômenos muito efêmeros - lembre-se sempre de coisas gostosas que você comeu e cujo sabor você logo não sentiu mais. Lembre-se disso várias vezes para que a mente consiga se desgrudar e desapegar com mais facilidade do desejo por comer, mesmo que sem fome. Lembre-se: poder da Reflexão com continuidade recondiciona a mente, cuja faculdade de lembrar reagirá cada vez mais frequentemente para conter os sentidos.
Assim, pense: "Eu usarei este alimento para manter este corpo e, assim, manter minha prática que serve de benefício a muitos seres, incluindo a mim mesmo." e sorria com esse pensamento, faça a mente associar essa ideia com alegria, com um sorriso. Assim, Sati marcará isso e será mais fácil inclinar a mente para a prática correta.
3- Agora é o momento de praticar o que Ajahn Brahmavamso costuma chamar de: "A prática de 'uma colher por vez'"; isto é, uma colher por vez [rs]. Isso é importante porque, observe-se a si mesmo, como nós comemos? Nós colocamos uma garfada a boca e, mal começamos a mastigar, já estamos com a próxima garfada na fila, com a mente já imaginando qual o próximo alimento a ser ingerido. Dirija a Atenção Plena para áreas que trarão mais benefício! Coma devagar para exercitar a paciência, atente-se às Sensações (o segundo dos cinco agregados que compõem os seres) para treinar Sati a perceber a impermanência dos fenômenos condicionados e perceba como o simples ato de estar plenamente presente traz uma felicidade independente dos prazeres sensuais. Foque no que vale a pena!
Então, experimente seguir os seguintes passos:
- coloque à boca a primeira garfada e esqueça o garfo - apenas mastigue.
IMPORTANTE: não faça montanhas em seu garfo. Pode cobrir toda a área reservada para colher o alimento, mas não forme um monte alto - apenas um monte raso. Se possível, encha apenas metade do garfo, mas apenas se você tiver mais tempo e prática.
- não mastigue com pressa, mas lentamente. Se estiver com pressa, tudo bem, isso é uma oportunidade para exercitar sua paciência. Toda vez que acelerar demais, reduza a velocidade - é como meditar, porque você está mudando o comportamento da mente. Se você achar difícil desacelerar, seja paciente e use as reflexões de vez em quando, fazendo anotações verbais em sua mente através de pensamentos. Então, mastigue devagar e várias vezes. Se quiser contar, tente em torno de 30 mastigações, ou até você sentir a comida desmanchando em sua boca, quase sobrando apenas a parte líquida com sua saliva, então engula. Seja paciente, porque, pelo menos comigo, eu me sentia desagradado, porque a comida parecia virar água uma vez que eu mastigava lentamente e mais vezes do que eu estava acostumado, mas com prática contínua eu aprendi.
- outro ponto importante é dar atenção a sensação da comida, ao seu sabor. Dê atenção especial aos sentidos do Paladar, Olfato e Tato - sinta o sabor, o aroma e a textura do alimento. Sinta também a impermanência - perceba como o sabor não é uma coisa estática, mas é uma coisa que de segundo a segundo, instante a instante, está variando. É como uma coisa pulsando - não é um sabor do começo ao fim, mas é um sabor "pulsando" se alterando a medida que o alimento é consumido. Tente perceber isso.
- depois de engolir, só então você monte sua próxima garfada. Se já tiver montado por ter estado distraído, desmonte e forme um novo monte, evitando o que você desmanchou. Eduque a mente a ter paciência e a aplicar a Atenção para onde você enviá-la com intenções benéficas. Mastigue a segunda e todas as outras garfadas como anteriormente.
- busque evitar curvar o pescoço para pegar a comida, tentando levar o garfo à boca em vez de levar a boca ao garfo. Se estiver em uma situação delicada em que não seria conveniente limpar a roupa, tudo bem - seja honesto consigo mesmo e sensato.
4- Ao final, você pode agradecer. Pode colocar as mãos em Añjali (palma com palma, geralmente diante do peito), ou apenas dar um simples sorriso, ou pensar: "Garantirei que este alimento será usado pelo benefício de muitos seres.".
Essas reflexões baseadas em gratidão devem ser sempre permeadas por Contentamento - agradeça pelo simples fato de ter o que comer, independente do que for. Você pode aprender a comer coisas pelas quais pegou aversão, basta comer e deixa qualquer sentimento de repulsa que surja cessar sozinho - é como numa meditação, em que você senta e deixa os pensamentos sumirem. Aos poucos você consegue fazer as coisas cessarem com rapidez. Mas não vá comer coisas as quais você tenha uma forte intolerância!
Seja paciente para sempre recolocar a mente no local certo, para desacelerar e para se corrigir. Não fique nervoso consigo mesmo, apenas a alerte do perigo de se comer com apressadamente ou com gulosice e, posteriormente, sorria ou agradeça a si mesmo por ter se lembrado, por ter se corrigido. Agradeça a si mesmo por ter se dado uma bronca! Isso é um sentimento muito bonito, porque faz com que Sati marque isso e se lembre de te advertir novamente quando você errar, de tal maneira que novos hábitos possam ser criados. Portanto, equilibre as críticas com os agradecimentos - corrija-se, e depois sorria simplesmente porque se corrigiu. Educar a mente é difícil, mas é pelo bem dela, certo?
Lembre-se sempre de que você atribui valor ao alimento - portanto, de que forma você está utilizando o corpo que suas refeições mantém? Lembre-se de sua Virtude aqui - você está praticando-a? Para que esse alimento está sendo usado? Seja honesto e aproveite este instante para refletir se você está praticando corretamente ou se há algo a melhorar.
No momento de aplicar a Plena Atenção aos sabores, busque dirigir sua percepção à impermanência dos fenômenos. Perceba como o sabor varia constantemente, desde o momento em que o alimento toca a língua até o momento em que é engolido. Isso te ajudará a reduzir sua paixão por comida e, assim, pode até te ajudar a emagrecer! Sim! Eu digo que o Budismo me ajudou a emagrecer, por alguns motivos como:
- ao comer mais devagar e com mais atenção, a mente se sente mais satisfeita.
- ao fazer as reflexões que estimulam gratidão e Contentamento, a mente fica feliz, e felicidade é energia - mente com energia, é mente que reduz sensação de fome ou necessidade.
- ao notar a Impermanência dos fenômenos, a atração que a comida causava em minha mente passou a reduzir rapidamente, e assim aprendi a escolher a comer somente quando necessário.
Com o tempo, desafie-se a não comer o doce que alguém trouxe, ou a comer algo que você não gosta. Perceba que questão de gostoso/ruim é tudo questão de percepção e hábito, e por isso que existem vários sabores diferentes! Mas, se sua felicidade estiver no Contentamento por ser virtuoso, grato e contido, em qualquer alimento você encontrará a oportunidade de praticar a alegria.
Bom, então alguns conselhos foram: reflita, use pensamentos para se inspirar e para treinar a memória a se lembrar das atitudes corretas, mantenha uma postura equilibrada, somente monte uma garfada após engolir, mastigue pacientemente e atente-se ao sabor da comida.
Você verá que, depois de um tempo, mesmo num dia corrido será fácil aplicar a mente no sabor do alimento, quando você quiser nota-lo. Assim é uma mente bem treinada, portanto, vale a pena!
Use o momento da refeição no dia a dia para, assim, treinar faculdades como Paciência, Contentamento, gratidão, Samvega e para se lembrar da Impermanência dos fenômenos. Evite falar demais enquanto come, e sempre que sua mente quiser desviar a atenção para alguma coisa, apenas a coloque de volta, como numa meditação. Seja gentil, mas firme; assim como uma mãe que, tendo de disciplinar um filho, não o agride fisicamente, mas o ensina com voz suficientemente firme e educada. Se a mente está pensando na pessoa do lado, em se ela está observando você cortando carne x, ou se a pessoa do trabalho conseguiu aquilo, ou se... ou se... Deixe para depois! Atente-se ao sabor da comida.

Espero que essas dicas sejam de valor. Compartilhem as suas também!
Lembrem-se que comemos apenas para suster este corpo - como você está utilizando-o? Você está utilizando-o para a prática de Virtude, Meditação e Sabedoria? É grato pelo seu alimento? O usa com sabedoria para se lembrar da Impermanência? Treine a mente assim sempre quando possível. Enfim, bom apetite, ou melhor, boa meditação!  Feliz 
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Mensagem Ter 18 Mar 2014 - 12:05

Esse texto me deu vontade de comer uma salada de alface!! porque será hein? rsrsrsrs.
Muito obrigado por ter compartilhado este conhecimento.

Comer com essa atenção além de treinar a minha mente, vai ajudar a melhorar a minha saúde também, porque é recomendado para quem tem problemas estomacais que abandone os maus hábitos alimentares como comer uma grande porção de comida de uma só vez, não mastigar direito os alimentos, comer apressado ou ansioso, comer alimentos gordurosos e ou muito adoçados e outras coisas.
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Mensagem Qui 9 Out 2014 - 17:36

Gratidão pelo texto!

Na verdade eu estava + ou - que praticando isso mais de forma  inconsciente, sempre quando estou trabalhando faço uma pausa de 10 minutos para um lanche, e sempre usava esse tempo como "fuga" da correria, do estresse; simplesmente esquecia tudo e somente fazia meu lanche sem se preocupar com nada, independente da quantidade de serviço que tinha para fazer, simplesmente esquecia de tudo, e se concentrava apenas na refeição, e isso me dava um animo para continuar e era uma " válvula de escape" para o estresse do dia a dia...

Agora irei sempre que possível, aproveitar as refeições para além de nutrir meu corpo para atividades diárias, também por em prática a meditação, e a plena atenção.
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