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Caroline Paiva






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 Se tratando do desapego, como lidar tendo um conjulgue?

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AutorMensagem
LeonMatryovsk

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Mensagem Dom 2 Mar 2014 - 19:18

Primeiramente, gostaria de pedir desculpas por ter me afastado por um tempo, mas creio estar de volta mais uma vez. Agradecimento 

Voltei com a seguinte dúvida:
Como prosseguir em um relacionamento, seguindo os preceitos de Buda? Sei que em várias escolas isso é proibido, mas nós como somos obstinados a viver essa vida conturbada de trabalho, estudo e relacionamentos, sei que algumas escolas permitem os monges até mesmo ter filhos.

Mas como prosseguir? Buda disse que o apego as coisas causa sofrimento, mas estando em uma relação estável, quer dizer que a pessoa não deve se apegar a outra? Os monges que tem família, estão com as mesmas sem sentir algo? Porque é necessário o apego em um relacionamento para poder amar puramente, o mesmo serve para com filhos.

Eu fiquei com essa dúvida, pois estou em um relacionamento e, como um Budista iniciante ainda, me deparei com essa  Entre aspas! barreira Entre aspas! incerta acerca do assunto.

Espero ter sido claro o suficiente, caso não tenha entendido direito, farei o máximo para ser mais explícito.
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Mensagens : 473

Mensagem Qua 5 Mar 2014 - 22:48

Olá Leon! Essa pergunta é complicada... Eu não tenho um cônjuge, talvez em devesse passar a bola para alguém que tenha... hahaha!  Sorridente 
Então... sobre algumas Escolas proibirem, elas só proíbem para monges.
Na verdade, essa questão não é complicada, é complicadíssima; porque depende muito do nível de compreensão do indivíduo para se abordar esse tema.
Mas o básico é que você pode ter uma relação conjugal, mas sempre perceba algo que, apesar de óbvio, as pessoas não gostam de pensar - que tanto você quanto a pessoa que está ao seu lado vão morrer. Nós achamos estranho falar disso, mas por quê? Vai acontecer isso mesmo, não vai? Quando enfiaram esse desconforto na nossa cabeça, de não poder reconhecer que as pessoas que amamos vão morrer?
Você pode ter um filho, cuide bem dele, tente passar valores a ele, ser uma pessoa presente, ensiná-lo a ser pacífico e contente, mas lembre-se - ele vai morrer. Pode ser estranho pensar isso, mas é tão óbvio. Por que dizemos isso e as pessoas apontam - "Larga de ser doido! Vai cuidar do seu filho e ser feliz!", mas é o que vai acontecer, não é?
E por que pensamos nisso? Para nos lembrarmos de não exigirmos demais das pessoas que amamos, não fazer nossa felicidade depender delas (porque elas não estarão sempre conosco), e várias outras coisas.
"Os monges que tem família, estão com as mesmas sem sentir algo?", essa pergunta também é muito complicada, porque vai depender do grau de compreensão. Não é questão de "não sentir algo", mas é que alguém que treina bem a mente, alcança um certo nível de bondade que já não depende tanto da pessoa... É claro que você tem história e experiências diferentes com pessoas mais próximas, e isso sempre é reconhecido, mas chega um ponto em que todos os seres são fontes de bondade para você.
Eu não sei como explicar isso, mas vou te deixar uma reflexão. Uma vez me surgiu na cabeça - o que é ser um amigo de verdade? E minha mente meio que foi sozinha para a resposta rs. Porque nós geralmente fazemos amizade com quem tem os mesmos interesses, não é? Eu acho isso até meio engraçado rs. Por que é assim, afinal? E o "interessante" é que o conceito que temos de amigo é de uma pessoa servindo a outra, e para por aí. Só que se você for tentar observar sua mente e se aprofundar na prática, aos poucos você pode perceber que a questão central é se você é ou não, e pronto. Não depende tanto se as pessoas são suas amigas, mas se você é. Se nós nos permitirmos ser condicionados por fatores externos, a prática nunca será contínua. Vamos ficar naquela de: "Se eu estiver nessa situação, eu estarei plenamente atento. Caso contrário, faça de qualquer jeito, depois praticamos.".
Com "ser amigo" me parece a mesma coisa. A prática espiritual gira em torno de aprender a estar contente simplesmente por ser - por ser o quê? Virtuoso, contido, alerta, bondoso e gentil. Contentamento por estar praticando da forma adequada. Contentamento por se lembrar da Impermanência das coisas e ser capaz de usá-las sem estar atado a elas. É mais ou menos essa que é a essência do "Contentamento Espiritual". É uma síntese de felicidade, como abordado neste vídeo: http://sangha-online.forumeiros.com/t23-video-por-que-somos-felizes-ou-infelizes.
Então, qual seria o "puro" que você falou? Algo que você é capaz de sintetizar, de praticar, de criar dentro de você, sem depender, pelo menos depender menos, do que lhe é externo. Então a questão principal se torna: "Estou sendo amigável, ou não?". Não importa a pessoa, a questão é - "Estou sendo amigável, ou não?". O conceito que nós temos de amizade é que é algo que direcionamos só para alguns. Como eu disse, é óbvio que ser amigável com um estranho é diferente de ser amigável com uma pessoa com quem você já tem uma história, mas o ponto é o "ser".
Então eu pensei: "Provavelmente, a amizade mais genuína é aquela onde há o encontro de duas pessoas que aproveitam ser amigas. Independente de quem seja, elas simplesmente são.". Não sei se você entendeu a diferença. A maioria é amigo do outro porque o outro fez alguma coisa para ele, ou porque o outro tem um interesse igual o seu. Mas quem é amigo simplesmente por ser?
E quando eu pensei nisso me deu até vontade de rir, porque eu percebi que há algum tempo eu já tento praticar isso. Eu lembro que na escola meus colegas reclamavam que eu era uma pessoa dividida, porque eu nunca parava num grupo. Eu era "amigo de todo mundo" rs Mas os outros achavam ruim, porque eu devia me encaixar num grupo. Porque é como fazemos... É difícil ser amigo pelo prazer de ser amigo, independente se o outro agiu bem ou não com você. A sociedade acha isso esquisito rs. Mas se for pôr na prática espiritual, não seria esse o essencial?
Agora, imagine duas pessoas que simplesmente são amigáveis com todos, e aí elas se encontram. Não ia existir essa coisa de carência, ou necessidade de provar a amizade. "Prove que você gosta de mim. Prove que você é meu melhor amigo.". Elas simplesmente são amigos por serem, entende? Você constrói uma história, um laço, mas não há apego nisso, e é aqui que nós não conseguimos entender.
Eu não sei como te responder, porque eu já vi muitos "níveis de resposta" para a sua pergunta... Depende do nível de compreensão e de desapego, de capacidade de viver com desapego.
Mas tente refletir nessa questão da amizade - por que somos amigos de alguém? E por que queremos criar esses grupos, essas divisões?
No final das contas, todos nós não somos um grupo? O grupo dos seres humanos? Ou ainda, o grupo dos seres do Samsara? Por que não somos amigos entre nós? Como eu disse, não ignoro o fato de que nós construímos histórias com algumas pessoas próximas, ao passo que com outras não. Logo, é natural que com alguns haverá mais "afinidade" do que com outros, mas somos capazes de manter esse sentimento de amizade com todos? Ou só construímos laços quando há algum interesse por trás? Mesmo que seja espiritual - interesse em aprender sobre um ensinamento religioso, ou meditar com a pessoa. Vamos supor que eu vire seu amigo porque quero que você me ensine a meditar. Não é um interesse tão "grande", um apego muito forte. Mas se de repente você não quiser me ensinar mais, vai surgir Aversão ou não? Minha amizade por você depende de algo externo, ou eu crio isso porque reconheço o benefício disso para mim e a você?
Não sei se você entendeu, você entendeu? rs
Se entendeu, pense um pouco e fale aí o que acha. Se não, pense um pouco e se continuar sem entender, fale que não entendeu rs. Eu não sei te responder bem essa dúvida, acho que seu tópico podia ser mais um debate que uma resposta direta, porque é um assunto delicado.
Do meu ponto de vista, mesmo entre as Escolas você vê divergências um pouco "grandes". No cânone Theravada, alguns monges choram com a morte do Buddha, mas aqueles que alcançaram a Iluminação não choram e os alertam de que eles devem se lembrar da prática e parar de chorar.
Depois, no filme sobre Dogen, todos os monges choram quando o mestre morre, e no Zen se acha que é normal sentir tristeza e luto, desde que não se identifique com ela. Eu acho complicado isso rs Mas gosto muito do que Ajahn Brahmavamso disse numa palestra, de que na Tailândia não existe essa ideia de luto. As pessoas não ficam tristes quando alguém próximo morre. Então veja, essas coisas de desconforto em pensar "Meu filho vai morrer" ou a ideia de luto, são todas coisas embutidas nas nossas cabeças pelas culturas em que estamos inserindo. Como largar isso e tentar ver a mente como ela é, e como ela pode ser?
Talvez essas reflexões te ajudem a expandir um pouco suas ideias... O que acha? Eu não acho algo definido para te falar, afinal...  Envergonhado 
Seria interessante ouvir a ideia de outras pessoas!  Muito feliz 
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LeonMatryovsk

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Mensagem Seg 10 Mar 2014 - 14:25

Hahahahaha, essa é de fato uma grande armadilha!

Eu já havia conhecimento - e pensado - sobre a questão  de que todos iremos morrer, mas nem isso saciou a minha dúvida. Por morar no interior, nunca tive contato com um templo ou mosteiro Budista e por isso tenho tantas dúvidas. Este é o meu Sangha!

Eu agradeço pelo esforço e por se " remoer " tentando responder a minha pergunta, Admin (como eu posso chamá-lo? Admin é um modo informal de se chamar alguém)... Mas creio que o convidei para fazer parte dos que buscam a resposta para isto.

Para o post não ser tão desesperador por falta de respostas, eu tenho mais uma pergunta que envolve não só conjugues, mas o todo. (Caso queira que eu faça um tópico com a pergunta para que as pessoas possam encontrar com mais facilidade, é só dizer!)

Buda disse que, nada neste mundo é permanente e que tudo vai acabar algum dia. Sendo sentimentos ou coisas materiais, tudo vai ter o seu fim... Mas, e o amor? Desde o início dos tempos houveram amor e compaixão, mas isso quer dizer que Buda está errado?
Sei que ainda " há muito chão " para ser andado pela humanidade, mas para que o amor e compaixão sejam totalmente alastrados da humanidade -em ultimo caso- todos os Budistas também teriam que desaparecer (eu disse, em ultimo caso) da terra, não é? O amanhã é incerto, eu sei muito bem, mas sempre haverá amor, ou até isso vai ter um fim no mundo?
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Mensagem Qui 13 Mar 2014 - 0:40

Pergunta complicada rs...
Se for olhar da forma que o Buddha fala acerca do Dhamma, chega um ponto em que "os budistas somem". Só existe Buddha num período em que o ensinamento do Desapego budista está ausente. Logo, não há "budistas". Mas ainda assim, há pessoas que carregam karma benéfico, desde o desaparecimento do Dhamma, e que fazem coisas boas. Alguns alcançam a Iluminação e acabam por não ensinarem aos outros, sendo chamados de Pratieka-Buddhas (não sei se escrevi certo  Pensativo )
Mas é que amor não é algo que está presente da mesma forma sempre, não é? E amor só existe ante a existência dos seres, mas se os seres alcançam Nibbana e param de renascer, como pode o amor continuar eterno? "É porque sempre há seres, apesar de haver pessoas alcançando a Iluminação.". É verdade - por quê? Isso nos levaria a pergunta: "Qual a origem de tudo?", que é justamente a questão que o Buddha aconselhou se evitar. Aliás, quando alguém alcança Nibbana, ela "deixa de existir"? O Buddha aconselhou não perguntar isso também. Então não sei, prefiro não pensar sobre isso rs.
Me vejo muito limitado para pensar sobre, porque essa questão leva àquelas que o Buddha desaconselhou, eu acho. Mas se o Amor tem uma Causa, ele tem um Fim. Esse é o ensinamento do Buddha - tudo o que é condicionado, proveniente de uma condição ou causa, tem um fim, porque é impermanente. O amor é algo condicionado?  Entre aspas! 
O que acha? rs
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LeonMatryovsk

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Mensagem Dom 16 Mar 2014 - 9:20

Assunto complexo, com reviravoltas que dificultam ainda mais o entendimento acerca disto.

Mas, eu tenho uma ultima pergunta...
Por que Buda disse para evitar tais perguntas? " Qual a origem de tudo? ", "A pessoa deixa de existir quando alcança o Nirvana"? Por que ele pediu para evitar tanto a resposta destas perguntas?

Espero não estar sendo chato fazendo tantas perguntas acerca. Lendo
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Mensagem Dom 16 Mar 2014 - 22:37

Rsrsrs, você está sendo conveniente, Leon. Afinal, o Fórum está aqui para diálogo  Muito feliz 
Bom, quanto a sua pergunta, é basicamente porque nós não vamos chegar a nenhum lugar com esses questionamentos, nos desviando da investigação do que ocorre aqui e agora, do que é concreto, o sofrimento presente. Você já leu aquela analogia do homem atingido por uma flecha para as questões metafísicas? Dê uma olhada e diga o que você acha:
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Mente Purificada

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Mensagem Sab 17 Jan 2015 - 14:30

O Venerável Ajahn Sumedho disse algo a respeito do desapego em um relacionamento:

"O reconhecimento do apego não quer dizer que vocês têm de se livrar de sua esposa. Significa se libertarem de visões errôneas sobre vocês e suas esposas. Depois vocês descobrem que existe amor, mas não há apego. Ele não é distorcido, agarrado e preso. A mente vazia tem muita capacidade para cuidar dos outros e amar no sentido puro do amor, mas algum apego sempre distorcerá isso."

(Venerável Ajahn Sumedho, em A família Humana)
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