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AutorMensagem
Jéssica Reges

Discípulos
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Feminino
Define-se budista? : Não
Mensagens : 1

Mensagem Dom 8 Jun 2014 - 13:56

Boa tarde, meu nome é Jéssica, tenho 23 anos e cheguei aqui porque estava buscando conhecer o Budismo. Há muitos anos tenho curiosidade de conhecer essa filosofia, mas nunca me engajei na busca, talvez por não saber onde buscar ou porque nas primeiras dificuldades deixava para depois. Até que conheci meu atual namorado em 2011 e ele é budista, então depois que comecei a entender um pouco mais (bem pouco) sobre a religião e a forma como ele vê as coisas fiquei mais interessada ainda em conhecer e viver essa filosofia (para mim o budismo parece ser uma filosofia de vida, apesar de perceber que para alguns é como uma religião mesmo...). Não tenho religião. Me defino agnóstica e minha família toda é católica, mas meus pais não praticam, acho que por isso nunca me interessei. Hoje sinto falta de algo que me ajude a enxergar a mim mesma dentro do todo e me ajude a lidar com as coisas da vida de forma mais tranquila. Tenho muita vontade de aprender a meditar e praticar o autoconhecimento. Estou feliz em começar a participar deste grupo, acredito que participarei de discussões engrandecedores aqui. Uma ótima tarde a todos e até um próximo fórum..  Grato
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Administrador

Admin
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Masculino
Local : SP
Define-se budista? : Sim
Mensagens : 472

Mensagem Dom 8 Jun 2014 - 21:34

Olá Jéssica, seja bem-vinda ao Fórum Sangha Online  Bem-vindo! 
Sobre esse conflito de ideias sobre o que seria o Budismo (Filosofia? Religião? Psicologia?) eu costumo dizer que é tudo isso e mais que isso rs. Pode soar "etnocêntrico", mas é o que eu sinto na minha própria prática. Gosto de Filosofia, estudo Psicologia, conheço várias religiões, mas ainda considero o Budismo algo maior que todas essas coisas, mesmo além da faculdade que curso  Risonho  Costumo colocar assim:

Budismo é Filosofia porque envolve repensar todos os seus padrões de pensamento e comportamento habituais e também questionar eventos externos que você não costumava observar.
Budismo não é Filosofia porque envolve a capacidade de silenciar a mente (de vez em quando, não é sempre rs) e de ser capaz de estar no agora sem dar importância para qualquer pensamento potencial ou que tenha surgido.
Budismo é Religião porque envolve cerimônias e rituais.
Budismo não é Religião porque não envolve a resposta a questões metafísicas como a criação do Universo e a existência de um Deus - budismo original não liga para essas questões.
Budismo é Psicologia porque envolve várias ações (como as cerimônias) que visam alterar o comportamento e as emoções do indivíduo, se utilizando de técnicas da Psicologia mesmo, como reforço através da introdução de estímulos, motivação intrínseca, entre outros.
Budismo não é Psicologia porque envolve acabar com o sofrimento, e não apenas amenizá-lo.

Eu digo isso porque Psicologia não objetiva acabar com o sofrimento. Budismo sim. Porém esse ponto é mais delicado. Para alguns é impossível acabar com o sofrimento. E é mesmo - mesmo os iluminados ou o Buddha sofrem com dores no corpo e outras coisas, mas o Buddha alega que há sim a possibilidade de se libertar totalmente do sofrimento mental. Mas não é necessário discutir sobre isso rs.
Se você quer praticar Autoconhecimento e lidar com os problemas da vida de uma maneira mais tranquila, realmente aconselho o Budismo. Ele envolve aprender a estar presente no agora, de tal forma que, cada vez mais, seus hábitos são modificados porque você, conscientemente, está ali para mudar a maneira usual que você age, realizando suas ações, palavras e pensamentos tendo em base o desejo pelo bem-estar dos outros e também a frugalidade, a simplicidade, a tranquilidade e a busca por uma vida mais simples sem tantos desejos e exigências.
Budismo envolve encontrar felicidade em fatores espirituais, como fazer o bem a alguém, sorrir porque foi capaz de superar algum obstáculo interno ou agradecer por ser capaz de fazer as pazes com a realidade como ela realmente é.
Budismo também envolve parar de desejar tantas coisas, e parar com o fanatismo moderno de encontrar prazer em terminar coisas, terminar, terminar, terminar rs. Terminar de organizar o local de trabalho, de pagar as contas, de reformar a casa, o segundo ano de faculdade - parar com essas coisas de só encontrar alegria (essa felicidade é do tipo mundana, porque é externa) quando você chega ao destino do caminho. Budismo ensina a aproveitar todo o caminho, e não apenas o final dele. Vivemos nossas vidas visando realizar objetivos e isso sempre gera uma aversão ao agora e uma cobiça a algo que está no amanhã.
Quando ocorre o inverso, isto é, temos uma cobiça ao agora, nós exageramos em prazeres sensuais (comemos demais, jogamos demais, assistimos TV demais) e isso apenas gera a tendência de que gastemos mais tempo nos distraindo, nos entretendo etc. Aí quando acontece algo que vai contra a essas tendências - quando não temos a comida que gostamos, ou está frio demais para praticar um esporte, ou tem pessoas em casa e eu não posso assistir o programa que gosto porque elas não gostam - ficamos furiosos, insatisfeitos, exigentes (isso é a aversão que se manifesta quando o presente que estávamos aproveitando, com cobiça, foi perdido).
Quando você aprende a desfrutar da felicidade espiritual e a cultivar o Caminho do Meio, que é justamente abandonar Cobiça/ Deleite em coisas sensuais (que vêm de conseguir e obter coisas pelos sentidos: Visão (Ver o que você gosta), Paladar (Comer só o que você gosta), Audição (ouvir músicas o tempo todo), Olfato (Se viciar em cheiros exóticos), Tato (vários exemplos [?] rs), Mente (Fantasias)) e aversão por não ter o que cobiça, você cultiva uma vida mais simples e aprende a ser mais tranquilo e contente. Não importa se está frio ou quente, você pode se adaptar, fazer as pazes com isso. Não importa se estão te elogiando ou gritando, você sabe quais são suas qualidades e defeitos e não precisa ficar esbanjando uma imagem social (isso é prazer sensual também) ou desejando raiva por quem te critica, porque você tem compaixão por aqueles que você enxerga como semelhantes a você, como pessoas que também enfrentam problemas similares aos seus. Você não se incomoda se não há aquilo que você gosta de comer - eu mesmo mal tenho preferências de paladar, isso foi uma conquista tão deliciosa rs. Eu era tão chato com o que tinha para comer, hoje sou grato por qualquer coisa que possa manter o meu corpo.
Então você aprende a fazer mais as pazes com a vida, e justamente por refletir na sua impermanência, aprende a não se apegar a apenas um lado das experiências da sua vida, cultivando cobiça por esse lado e aversão pelo outro. Quando seu refúgio está em valores internos e espirituais, o mundo se altera de um lado ao outro, e apenas a consciência disso traz um êxtase e uma felicidade em você, porque você compreende: "As coisas desse mundo oscilam por natureza própria, mas aquele que estabelece uma felicidade interior pode fazer as pazes com a incerteza dos fenômenos.".
É um estilo de vida muito bom, que requer esforço também. Depende de você. No que depender de mim, estarei sempre à disposição para ajudar no que meu conhecimento permitir.  Reverência 
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Graziela

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Define-se budista? : Não
Mensagens : 1

Mensagem Seg 7 Jul 2014 - 1:20

Boa noite, Meu nome é Graziela, tenho 32 anos e sempre tive interesse pelo budismo, mas nunca tive coragem suficiente para me aprofundar no estudo e na prática, acho que devido a ter sido educada na religião católica e ter me casado com um homem católico. Mas hoje a cada dia mais sinto que preciso dessa mudança em mim e na minha vida. Tenho muitas dúvidas e muitos questionamentos e espero obter a ajuda e orientação que preciso. É um momento novo em minha vida. Espero alcançar o que busco, e peço desculpa por algumas falhas, mas como disse é uma momento novo é meu primeiro passo.  
Muita paz!
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Administrador

Admin
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Masculino
Local : SP
Define-se budista? : Sim
Mensagens : 472

Mensagem Dom 13 Jul 2014 - 15:33

Olá Graziela, seja bem-vinda ao Fórum Sangha Online!  Bem-vindo! 
Boa parte das pessoas que se aproximam do Budismo, no Ocidente, vieram de uma educação católica, inclusive eu. Às vezes pode parecer constrangedor querer se dedicar a essa religião onde as pessoas não conhecem o Budismo ou acham errado seguir outra religião que não a católica. O que eu fiz na minha própria prática foi cultivá-la de maneira discreta, deixando o incômodo das outras pessoas de lado. Com o tempo elas perceberam que era isso que eu queria e se cansaram do próprio incômodo que alimentavam, e acabaram se acostumando com o meu novo Eu Budista rs.
Seja gentil consigo mesma e com as outras pessoas. Isso é muito importante na prática. Não tente se forçar demais a mudar, e nem tente forçar as outras pessoas a mudarem. Esforce-se em seus estudos e permita que esse caminho belo se revele para você gradativamente. Quanto as outras pessoas, permita que elas mudem quando elas estiverem prontas. Isso é um aspecto importante.
Uma coisa muito interessante para católicos que passam para o Budismo é que muitos são um pouco exigentes consigo mesmos, porque foram educados da perspectiva de Virtude x Pecado. É que no Budismo não existe bem "Pecado". No Budismo um dos preceitos é "Não mentir", mas se você mente para salvar uma vida, as coisas são bem diferentes. Então, é interessante observar que Virtude no Budismo depende não só da ação, mas também da intenção. Não adianta você fazer doações se a sua intenção é passar uma imagem de pessoa boa ou de conseguir algo em troca. Essa é uma coisa importante no Budismo - não só o que você faz, mas por que você faz? O Budismo te ensina a estar mais consciente das suas intenções e, assim, nós sempre podemos fortalecer a mente ao fazer algo com intenções benéficas.
Eu estou aqui escrevendo para você. Poderia estar escrevendo com muita pressa - e às vezes estou mesmo, às vezes as circunstâncias são complicadas rs - apenas apegado em terminar de te ajudar, de passar a imagem de conselheiro legal ou de deixar esse Fórum arrumado, mas temos que tomar cuidado com esses Apegos pelas coisas do Mundo e aprender a buscar mais felicidade não no mundo, mas nesse aspecto espiritual das nossas intenções e ações. Ao estar consciente de que estou ajudando-a com intenções benéficas, eu me sinto muito alegre e feliz, e essa felicidade traz energia e tranquilidade para a mente no momento da meditação e mesmo durante o dia. Isso é algo muito bonito.
E é bonito também observar porque não existe pecado no Budismo, porque as coisas variam de acordo com a situação e a intenção. Por isso é importante ser gentil e também honesta consigo mesma. Não seja muito exigente, e sempre questione suas intenções - é aí onde ocorre a prática inicial do Budismo. Onde estou buscando minha felicidade? Por que eu fiz isso? Por que eu disse isso? Eu trouxe benefícios a mim mesma ou a outra pessoa? Através dessas reflexões podemos purificar nossos hábitos e tornar a mente mais maleável e tranquila.
Como o Buddha ensinou para seu filho, devemos purificar nossas ações corporais, nossa linguagem e nossos pensamentos através da repetida reflexão - e, em cada reflexão, inspiração em praticar aquilo que conduz a paz e a bondade.
Compartilhe suas dúvidas conosco. Particularmente, me sentirei muito alegre em ajudar apenas estando consciente da minha intenção em fazê-lo! Paz a sua mente  Feliz 
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